Dear

sábado, agosto 02, 2014

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Hoje o play deu-se sozinho, sobressaltando minha calmaria e agitando minha mente desacelerada dos últimos dias. Foi ela, foi ele. Ainda me questiono se Ni é homem ou mulher, já tive a certeza de que era uma garota doce e gentil que transformou-se várias vezes na rebeldia em pessoa, e uma vez um garoto desajustado e inquieto que me levou a tantos lugares me impedindo de pensar. E hoje ele ou ela esteve aqui. Ligou o som naquele folk que me entristece e faz amar o desconhecido. Jogou o braço no sofá e me chamou com um baixo assovio para que eu para lá fosse. Eu me aninhei em seu abraço e aspirei o odor adocicado do seu perfume, guardando aquele momento para recordar-me futuramente. Porque eu conheço essa sensação, e daqui uns meses quando ele se atrever a dar as caras depois de me deixar de cabelo em pé, após dias de cabeça quente, vamos jogar as cartas na mesa e rir. Iremos sorrir um para o outro como se nunca uma tempestade tivesse estado por aqui. E hoje está decidido, sem ver seu rosto, Ni é ele. Quem daqui a pouco levantará do sofá, aumentará o volume da música e me provocará até o último segundo de paciência com chocolate, sabendo, desde sempre, que eu odeio que faça isso quando o dia está assim tão acelerado. Mas é ai que está a graça, somos assim, somos por nós.

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